Video: Bacteria alimenta de arsênico, Entenda

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Descoberta de bactéria que se alimenta de arsênio pode redefinir a química da vida

04 dezembro 2010.
Achado da Nasa em lago na Califórnia abre novas perspectivas para a compreensão da vida e amplia o escopo das buscas por tipos extraterrestres... (Dezembro de 2010)

Após um misterioso e incomum anúncio de entrevista coletiva feito pela Nasa, um famoso blogueiro americano, Jason Kottke, especulou na segunda-feira: “Teria a Nasa descoberto vida extraterrestre?” Foi o suficiente para atiçar os aficionados por ETs e gerar uma onda de boatos na internet. No dia seguinte, porém, o editor da revista The Atlantic, Alexis Madrigal, desmentiu Kotkke: “Não é nada disso”, tuitou. Mas o certo seria afirmar: “não é bem isso”. Conforme revelado nesta quinta-feira, a Nasa descobriu uma bactéria que se comporta como um ser extraterrestre – ou como os cientistas imaginam que um organismo assim se comportaria. Mas o achado foi feito em solo terrestre, ou melhor, em um lago da Califórnia onde a concentração de arsênio é altíssima.

O lago Mono é conhecido pela hipersalinidade e pela alta concentração de arsênio. Em grandes quantidades, este elemento químico é tóxico para a maioria dos seres vivos. Mas o microorganismo descoberto pela Nasa conseguiu se adaptar ao ambiente hostil, substituindo o fósforo – um dos seis elementos considerados essenciais à vida – pelo arsênio. O estudo será publicado na revista Science e foi liderado pelo Instituto de Astrobiologia da Nasa.

O que isso pode nos dizer sobre a vida fora da Terra? Um parâmetro importante para considerar outros planetas e luas mais ou menos favoráveis ao surgimento da vida são as concentrações dos elementos químicos considerados fundamentais. A bem sucedida substituição do fósforo por arsênio indica haver chances para a vida mesmo sob condições consideradas adversas. Isso aumenta as perspectivas de desenvolvimento da vida e amplia o escopo das buscas por formas extraterrestres.

Veja Abaixo fotos - Bactéria do lago Mono. À esquerda, crescimento à base de arsênio. À direita, com fósforo




A base da vida - Cerca de 98% do corpo humano é formado por apenas seis elementos: carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, enxofre e fósforo. São os elementos-chave da vida. Combinados, formam os principais grupos de compostos orgânicos: as proteínas, os carboidratos (como a glicose), os lipídios (como as gorduras) e os ácidos nucleicos (o DNA e o RNA). Em tese, é possível que uma combinação diferente de elementos na tabela periódica exerça as mesmas funções vitais. Como o arsênio possui propriedades químicas semelhantes ao fósforo, cientistas já haviam teorizado que seria possível trocar um elemento pelo outro e ainda manter a estrutura física das moléculas. Mas isso não havia sido observado na natureza.

Partindo dessa ideia, a equipe de pesquisadores liderados pela bioquímica Felisa Wolfe-Simon isolou uma cultura de bactérias da família Halomonadaceae do Lago Mono. Esse lago supersalgado é considerado inóspito para a maioria dos seres vivos. Os cientistas cultivaram as bactérias em uma solução salina de fósforo e foram alterando a concentração gradativamente, substituindo o elemento por arsênio. As bactérias conseguiram se adaptar à solução e passaram a integrar o arsênio na sua estrutura celular. Em vez de fósforo, os pesquisadores passaram a encontrar arsênio nas moléculas.

Por causa dessa descoberta a ciência terá que fazer um “busca mais profunda do conceito da arquitetura da vida”, diz Vera Solferini, bióloga do Departamento de microbiologia do Instituto de Biologia da Unicamp. Ela destaca que as pesquisas que buscam a origem da vida terão o horizonte ampliado. De acordo com os autores da pesquisa, a vida como a conhecemos exclui alguns elementos e inclui outros. “Tudo leva a crer que essas não são as únicas opções”, destaca o artigo. Mas Felisa acredita que a maior descoberta não está no Lago Mono. “Se um organismo pode realizar algo tão inesperado na Terra, o que mais a vida pode fazer que não vimos ainda?”, pergunta. “É hora de descobrirmos”.

Encontrada pela Nasa em lago da Califórnia, bactéria que se nutre de elemento tóxico revoluciona conceitos científicos...
Veja o Lago Mono, California - EUA








Imagem mostra bactérias da família 'Halomonadaceae', que são compostas, entre outros elementos, por arsênio, elemento químico considerado tóxico a humanos. (Foto: Science / AAAS)



Fontes:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Mundo&newsID=a3129866.xml em 04 de dezembro de 2010
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/nasa-descobre-bacteria-que-se-alimenta-de-arsenio - em 04 de dezembro de 2010
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/12/cientistas-descobrem-bacteria-que-contem-arsenio-em-sua-formacao.html
Ultima Foto: David McNew, Getty Images, AFP, 22/06/2000
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Maiores seres vivos do Planeta Terra

29 agosto 2010.


"A maior criatura do planeta foi descoberta apenas em 1996: um fungo que cresce sob o solo da Floresta Nacional de Malheur, no Estado do Oregon, Estados Unidos. Esse Armillaria ostoyae, popularmente conhecido como “cogumelo do mel”, nasceu como uma partícula minúscula, impossível de ser vista a olho nu, e foi estendendo seus filamentos durante um período estimado de 2 400 anos. Da superfície, dá para ver apenas suas extremidades junto aos troncos das árvores, mas debaixo da terra ele ocupa 880 hectares – o equivalente a 1 220 campos de futebol. “Ele ainda cresce de 70 centímetros a 1,20 metro por ano”, diz o engenheiro agrônomo João Lúcio de Azevedo, da USP. Antes de sua descoberta, o maior ser vivo era outro fungo da mesma espécie, encontrado em 1992. Até os anos 90, o título pertencia a uma árvore sequóia da Califórnia."

Fonte: extraído de Superinteressante - agosto 2001
Para biologos: clicar no link abaixo para ver as especies norte americana de Armillariella ostoyae

http://botit.botany.wisc.edu/toms_fungi/armkey.html#ost

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Equipe estuda anfíbio gigante que é super-resistente no Japão.




'Andrias japonicus', conhecida por hanzaki, tem 1,7 metro e é considerada um 'fóssil vivo'

Além de seu tamanho, a salamandra Andrias japonicus, conhecida como hanzaki no Japão, chamou a atenção de ambientalistas estrangeiros e cientistas japoneses pelo seu status de fóssil vivo e pelo fato de não ser atingida por um fungo que está devastando muitas outras espécies de anfíbios no mundo todo .

"O esqueleto dessa espécie é quase idêntico ao dos fósseis de 30 milhões de anos atrás", disse Takeyoshi Tochimoto, diretor do Instituto Hanzaki, perto da cidade de Hyogo (sudoeste do Japão). "Por isso é chamada de 'fóssil vivo'", acrescentou.

"É um 'dinossauro', isso é espantoso", afirmou Claude Gascon, chefe dos programas científicos da entidade ambientalista Conservation International e também um dos líderes do grupo especialista em anfíbios da União Internacional para a Conservação da Natureza.

"Nós falamos de salamandras que geralmente cabem na palma da sua mão. Essa pode arrancar sua mão."

A salamandra examinada por Gascon está segura, presa em um tanque no centro de visitação da cidade de Maniwa, a 800 km de Tóquio.

Além de ter 1,7 metro de comprimento, a salamandra gigante tem uma pele semelhante ao couro, uma cabeça grande e coberta de estruturas que provavelmente são sensíveis ao movimento e ajudariam a salamandra a capturar peixes.

A hanzaki tem dois parentes próximos: a salamandra gigante chinesa (A. davidianus), que tem tamanho e forma semelhantes à japonesa e pode se acasalar com ela; e uma bem menor, a Cryptobranchus alleganiensis, do sudeste dos Estados Unidos.

Geralmente as salamandras gigantes ocupam covas em margens de rio. A ocupação é feita em grupos com um macho dominante, várias fêmeas e alguns outros machos.

O macho dominante e as fêmeas liberam na água óvulos e espermatozoides e se movimentam incessantemente para misturar tudo. Os machos não dominantes talvez também liberem espermatozoides, mas o papel deles ainda não está claro.

Quando a água fica mais calma, todos deixam a cova, exceto o macho dominante, que fica para cuidar do ninho e dos filhotes.

Fora da época de reprodução, a vida da salamandra é bem tranquila, vivendo da forma mais discreta possível no rio e capturando tudo o que estiver ao seu alcance para se alimentar.


Fonte: http://180graus.brasilportais.com.br/geral/equipe-estuda-anfibio-gigante-que-e-super-resistente-no-japao-veja-291469.html
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Amazonia Ameaçada: Plano de Ocupação por Estrangeiros

02 julho 2006.
Introdução

Em outubro de 2004 o comandante e general-de-brigada Marco Aurélio Costa Vieira recebeu o jornalista Javier Godinho para uma discussão:
A Internacionalização da Amazônia.
O General Marco Aurélio demonstrou através de
documentos, imagens, e informações do exército brasileiro que confirmam plenamente que o Brasil corre o risco de perder 56% de seu território, e justamente a maior riqueza intacta mineral, petrolífera, fauna e flora e principalmente água potável que será o grande problema mundial daqui alguns anos.
Da água potável ainda existente no planeta, 11% corre nos 23 mil quilômetros de
rios navegáveis da maior bacia hidrográfica do mundo, responsável por dois terços do potencial hidrelelétrico do Brasil.
Como seria o Brasil sem a Amazônia ? Veja os números...
O general Marco Aurélio demonstrou um mapa mostrando como seria o Brasil sem a Amazônia. Já pensarem nisso algum dia?
Então veja: de um lado 5,1 milhões de quilômetros quadrados perdidos, o mais promissor do presente e o mais rico do futuro desse país, atualmente semi-abandonados pelos governos e pela população, com apenas 4 habitantes por quilômetro quadrado, 12% da representação
política e US$ 2.059,00 de renda per capita. Do outro, horrível no formato, os 3,4 milhões de quilômetros quadrados que nos sobrariam, com 40 habitantes por quilômetro quadrado, 88% da representação política e US$ 4.955,00 de renda per capita.
Dentro da Amazônia brasileira cabem nada mais nada menos de 17 paises europeus dentre eles - Bélgica, Alemanha, Eslováquia, Áustria, Albânia, Portugal, Itália, Bósnia,
Inglaterra, França, Espanha, República Tcheca Holanda e a Suíça.
Com certeza,
grupos suspeitos, cada vez maiores, de várias dessas nações já se estabelecera, se movimentando e realizando ações escusas no território amazônico.
"Eles Levam Nossas Riquezas"

O general Marco Aurélio, que viveu 5 anos no Comando Militar da Amazônia, não acredita ainda que exista mesmo um movimento organizado para tomar a Amazônia. Mas destaca que há grandes interesses de potências econômicas, pois já atuam individualmente. Há grande número de estrangeiros dentro de nossa Amazônia. São mais de 600, entre ONGs, instituições religiosas, cientificas e culturais.
Este levantamento foi feito pelo exercito brasileiro. Tais instituições atuam entre a população branca pobre e os índios. E o mais grave: estão levando nossa riqueza de todo o tipo.
È inacreditável que estão nos cercando 20 bases militares dos
Estados Unidos, a título de combater o narcotráfico e a guerrilha.
Depois desta reportagem você acredita que estão combatendo mesmo o
narcotráfico ou estão de olho nesta região?
Na operação Timbó, realizada pelas forças armadas, foi detectado um contrabando de mogno realizado por representantes de
empresas estrangeiras, que para tanto, usam caboclos e índios brasileiros para marcar as melhores árvores, e a seguir arrancadas por tratores as arrastavam para o território peruano.
Um dado importante mostra sem dúvida a presença marcante de estrangeiros no nosso território: O governo da Guiana Francesa paga um salário por criança nascido no Brasil, que ali seja registrada, para retornar ao nosso país, mas com cidadania daquele departamento ultramarino da França.
O general destaca o trabalho dos pelotões de fronteira, praticamente única presença brasileira na área.
Essas unidades militares são procuradas para por índios e caboclos em busca de assistência de todo tipo, inclusive médica.
O Brasil Inteiro Contra o Mundo
O general Marco Aurélio busca com muita apreensão despertar a consciência nacional para a necessidade de ocupação racional, de fato, pelos brasileiros, da Amazônia, onde a cobiça estrangeira cada vez mais estende seus tentáculos.
Do seus
documentos, imagens e de sua experiência como Comandante Militar da Amazônia por 5 anos, contam opiniões manifestadas por vários "donos do mundo" que passaram pelas nações mais ricas da Terra sobre a posse da Amazônia pelo Brasil.
Vejamos tais declarações dos "donos do mundo":
Margareth Thatcher, primeira ministra do Reino Unido (
Inglaterra) em 1983:
"Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dividas externas, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas."
John Major, Primeiro ministro sucessor de Thatcher,
líder do Partido Conservador inglês, em 1992:
" As nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum de todos no mundo. As campanhas ecológicas sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandista para dar inicio a uma fase operativa, que pode definitivamente engajar intervenções militares sobre a região."
François Mitterrand, primeiro socialista presidente da França em 1989:
"O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia".
Mikhail Gobachev, estadista que liderou o fim do regime comunista e a volta do mundo socialista à economia de
mercado:
"O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes."
Patrice Hugles, chefe do órgão central de informações das Forças Armadas Americanas:
"Caso o Brasil resolva fazer um uso da Amazônia que ponha risco o meio
ambiente nos
Estados Unidos, temos de estar prontos para interromper esse processo imediatamente".
Al Gore, vice presidente Americano:
"A Amazônia não é dos brasileiros".
A CIA – Agência de Investigação Criminal Americana – Está na Região desde 1996
A opinião dos
Estados Unidos pode ser encontrada nesta fala de Henry Kissinger, diplomata que foi assessor da Casa Branca e secretário de Estado, prêmio Nobel da Paz em 1973:
"Os países industrializados não
poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis do planeta. Terão que montar um sistema de pressões e constrangimentos garantidores da consecução de seus direitos".
Em 1996, Madaleine Albright, secretária de
Estado dos Estados Unidos, revelou:
"Atualmente, avançamos em uma ampla gama de
políticas, negociações, e tratados, em colaboração com programas da ONU, diplomacia bilateral e regional, distribuição de ajuda humanitária aos países necessitados e crescente participação da CIA em atividades de inteligência ambiental"
Ao bom entendedor já está claro que a CIA está na Amazônia, onde as ONGs e tantas outras instituições com rótulos de cientificas e culturais e defensoras do meio
ambiente atuam de mil e uma maneiras.
A História Não Deixa Mentir

No começo do século 20 a então poderosa Alemanha comunicou ao Barão de Rio Branco:
"Seria conveniente que o Brasil não privasse o mundo das riquezas naturais da Amazônia"
A competência desse diplomata brasileiro extraordinário e patriota maior ainda abortou as tentativas de invasões estrangeiras, disfarçadas sob o argumento de que o Brasil não teria condições de explora-la e a humanidade não poderia se privar dde desfrutar da Amazônia.
O Brasil já repeliu a tentativa do Hudson Institute de junta as águas dos maiores rios do mundo para formar o Grande Lago Amazônico.
O Racista notório americano general James Watson Webb, ministro de Washington, elaborou um plano para que a Amazônia fosse destinada aos negros norte-americanos, evitando que se repetissem as condições sócio-econômicas que levaram o pais à
Guerra de Secessão.
A companhia Amazon River Corporation tinha a finalidade de colonizar a Amazônia.
No principio do século 20, o Presidente Epitácio Pessoa ouviu, estarrecido, em Genebra a proposição do presidente americano Wilson um plano de Internacionlização da Amazônia.
No Japão vicejou a tese de que filhos de soldados americanos com japonesas durante a 2ª
guerra mundial deveriam ser mandados para a Amazônia.
O presidente Eurico Gaspar Dutra rechaçou as propostas norte americanas de enviar para a Amazônia excedentes populacionais de Porto Rico e 200 mil refugiados árabe da palestina.
O general Juarez Távora denunciou as escandalosas concessões pretendidas pela Amazon Corporation of Delaware e a The CnadianAmazon Corporation Co. de extrair as riquezas nacionais amazônicas.
Em 1993 o ex presidente José Sarney denunciava a concentração de tropas norte americanas na Guiana, no Suriname e na
Venezuela. Hoje, é público e notória a presença de militares dos EUA no Equador, Peru, Paraguai e na Colômbia, a título de combater o narcotráfico e a guerrilha.
É um cinturão de 20 bases que se encomprida e se alarga, fechando o cerco.
E quem pensa que essa ambição internacional é típica dos governo, da qual estão isentas as instituições que afirmam agir na Terra em nome dos Céus, oferecemos mais um quadro, o Conselho Mundial de Igrejas Cristãs, que em 1981, manifestou o seguinte em Genebra:
"A Amazônia é u patrimônio da humanidade. A posse dessa área pelo Brasil,
Venezuela, Equador e Colômbia, é meramente circunstancial".
Pior do isso só o cartão muitas vezes encontrado até em forma de guardanapo de
papel em restaurantes em Londres, cuja tradução do inglês é esta:
"Lute pela floresta. Torre um brasileiro."
Conclusão
Diante do quadro que acabamos de colocar a disposição de qualquer um cidadão brasileiro para refletir sobre a verdade que ocorre na questão da ocupação da Amazônia, ficamos estarrecidos com a reportagem que saiu no DM.
Como educador e biólogo não posso de a partir de agora levar aos meus alunos esta questão para refletirem sobre a soberania nacional.
Também gostaria de deixar bem claro que este tipo de matéria deveria estar em destaque em todos meios de comunicação para o livre pensar de cada cidadão sobre a nossa riqueza que está na Amazônia.
Assim sendo, espero que um dia não só os educadores que tiverem acesso a este documento, mas que os verdadeiros políticos que honram este País, possam ter mais vontade política de acabar com essa idéia de ocupação, desenfreada da Amazônia e que esses inescrupulosos "donos do mundo" possam estar mais preocupados em fazer uma política mais humana, sustentável e também estar preocupados com a melhoria da qualidade de vida de cada habitante deste planeta..

Este documento faz parte de uma entrevista retirada do Jornal Diário da Manhã - Goiânia -Go– Caderno Especial – Publicado quarta-feira, dia 03 de novembro de 2004. Edição e texto de Javier Godinho

Neivaldo Lúcio Rosa de Oliveira
É educador e Biólogo. Atua nas escolas públicas da rede oficial de ensino municipal e estadual em Goiânia/Goiás.
Contato: gostaria de saber uma opinião a respeito deste assunto.
neivaldo.oliveira@gmail.com
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Thiomargarita namibiensis Schulz et al. 1999

09 abril 2006.

Thiomargarita namibiensis Schulz et al. 1999

una bactéria gigante veja na foto abaixo
Visible para el ojo humano, sin ayuda alguna, la recientemente descubierta bacteria Thiomargarita nambibiensis es sin duda el organismo procarionte (células sin verdadero núcleo diferenciado) más grande conocido.
Las bacterias han sido descubiertas en el curso de una expedición oceanográfica a bordo del navío ruso 'Petr Kottsov', en sedimentos muestreados frente a las costas de Namibia.
Se trata de una sulfobacteria que utiliza en su metabolismo los sulfuros que se producen en el fondo marino, así como los nitratos que toma del agua en un proceso anaeróbico.



Sorprende dado su tamaño que no hubiera sido detectada previamente por los biólogos marinos, pues las células de forma esférica llegan a alcanzar en ocasiones 0,75 mm., siendo su tamaño normal de 0,1 a 0,3 mm. Se encuentran en número elevado en los sedimentos costeros de la Bahía de Walvis, tienen un aspecto blanquecino debido al acúmulo de gránulos de sulfuros en su interior, que reflejan la luz incidente.
Las células se mantienen unidas en largos filamentos gracias a una sustancia mucilaginosa. Su nicho ecológico son los fangos pobres en oxígeno pero ricos en nutrientes, en especial sulfuro de hidrógeno, que resulta letal para muchos otros organismos.
Según sus descubridores del Max Plank Institute for Marine Microbiology (de Bremen), la mayor parte del citoplasma de esas bacterias está ocupado opr una gran vacuola, donde se almacenan los nitratos usados por las bacterias para oxidar el sulfuro. Se han medido concentraciones de nitratos en las vacuolas 10000 veces superiores a las del agua marina del entorno.
La costa de Namibia es muy semejante por sus condiciones hidrográficas a la del oeste del continente americano: se producen corrientes de afloramiento que llevan enormes cantidades de nutrientes a las zonas superficiales. Ello hace que estas áreas sean unas de las más ricas en los océanos en terminos de productividad, sobre todo la relacionada con el fitoplancton, así como piscícola. Una gran biomasa procedente de microalgas muertas se acumula en los fondos someros de la plataforma continetal, donde son degradados por bacterias. En estos sedimentos, las bacterias anaerobias utilizan sulfatos para oxidar esta materia orgánica, produciendo grandes cantidades de sulfuro de hidrógeno.
Este a su vez es una fuente potencial de energía si puede ser oxidado mediante nitratos tomados del agua marina. Esto requiere de adaptaciones especiales, pues mientras que el sulfuro procede del sedimento, los nitratos han de tomarse del agua libre. Se conocía previamente una bacteria (Thioploca) que realiza esto, formando densas poblaciones en los fangos y sedimentos de las costas occidentales de América del Sur.

Estas bacterias son de un tamaño diez veces menor que Thiomargarita, y viven formando filamentos multicelulares que se disponen verticalmente sobre los sedimentos, de manera que las partes superiores extraen los nitratos del agua y las inferiores extraen eficazmente el sulfuro de hidrógeno del sedimento, que puede almacenarse como azufre. Para ello llevan a cabo un movimiento rítmico ascendente y descendente en el sedimento.
Thiomargarita, evolutivamente emparentada con Thioploca es incapaz de este movimiento oscilatorio, que de hecho no le es necesario: con grandes cantidades de nitratos almecenadas en la gran vacuola y el azufre en la periferia, en forma de glóbulos, es capaz de sobrevivir hasta por tres meses sin aportes externos de nutrientes.
Al vivir sobre sedimentos inestables y ser un área batida por frecuentes tormentas, las bacterias solo han de esperar que estos sean removidos y lleguen masas de agua rica en nitratos. Para sobrevivir en estas condiciones extremas, son extremadamente resistentes a condiciones como altas concentraciones de oxígeno o sulfuro, en concentraciones que no soportaria su pariente Thioploca. Los investigadores del Max Plank han medido una biomasa de hasta 47 gr. por metro cuadrado, y afirman que estos microorganismos juegan un papel clave en la destoxificación de los sedimentos sulfurosos de las costas de Namibia.
Utilizando simultaneamente la oxidación del Sulfuro de Hidrógeno con la reducción de los Nitratos, estas bacterias utilizan una fuente de energía inaccesible a la mayor parte de otros microorganismos en ausencia de Oxigeno. Y su capacidad de 'contener la respiración' por largos períodos de tiempo hasta que hay nutrientes disponibles, es una adaptación única en la biosfera conocida.
Debemos destacar que uno de los firmantes del artículo publicado en Science donde se da cuenta del descubrimiento, Hernandez Mariné, trabaja en la facultad de Farmacia de la Universidad de Barcelona. ¡Felicidades por el descubrimiento!

Ricardo Martínez Ibáñez Seminario de Ciencias Naturales del Instituto de Bachillerato 'Villa de Vallecas' de Madrid Bibliografía'Dense populations of a Giant Sulfur Bacterium in namibian Shelf Sediments'. Schulz, H.N.; Brinkhoff, T.; Ferdelman,T.G.; Hernandez Mariné, M.; Teske,A. y Jorgensen, B.B. Science vol. 284 pp: 493-495 (April, 1999).Foto: http://www.biologia.edu.ar/notas/thiomargarita.htm em 28 fev 2006

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O METODO CIENTIFICO

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SEXUALIDADE NA ADOLESCENCIA

ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
Você deve saber sobre este método...
Após ler o texto abaixo, responda estas questões:
A) Quando devemos utilizar este método?
B) Cite os efeitos colaterais deste método.
C) Como provavelmente age este método?
Apresente estas questões ao seu professor...
Este método se baseia em dar altas doses de hormônio. Acredita-se que possa haver interferência com a ovulação, motilidade tubária e também um efeito adverso no endométrio, tornando-o inadequado para a implantação (fixação do embrião).
Está indicado quando da ocorrência de relação sexual desprotegida (sem o uso de método anticoncepcional, com ruptura de condom ou deslocamento de diafragma), ou em casos de violência e abuso sexual.
É um método para uso esporádico - como o nome do método indica: de emergência.
O esquema tradicional foi descrito por YUZPE (método de YUZPE) e consiste na ingestão de 100 mg de etinilestradiol mais 500mg de levonorgestrel em duas tomadas com intervalo de 12 horas.
Deverá ser sempre iniciado até no máximo 72 horas após a relação sexual desprotegida.
Recentemente está disponível no mercado, com eficácia similar, o uso de levonorgestrel 0,75 mg em duas tomadas a cada 12 horas. Também deverá ser sempre iniciado até no máximo 72 horas após a relação desprotegida.
A eficácia dessa anticoncepção de emergência varia de 75 a 85%. Quanto mais precoce o uso, maior a eficácia.
Esse método tem como efeitos adversos comuns, náuseas, vômitos e cefaléia, devendo ser tomada nova dose se ocorrerem vômitos. Também é comum haver irregularidade na próxima menstruação.
O maior conhecimento desse método é importante.
Seu médico poderá orientá-la adequadamente quanto a esse e a outros métodos contraceptivos.
Perguntas que você pode fazer ao seu médico
O que é anticoncepção de emergência?
Quando posso usar a contracepção de emergência?
Fonte: ABC da Saúde
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O Universo e a Matéria: Como tudo começou ?

28 fevereiro 2006.
A Matéria

"Tudo que tem massa e ocupa um lugar no espaço é matéria".

Como tudo começou? Provavelmente você pode perguntar “TUDO” Mesmo?
É isso mesmo, tudo em sua volta, não importando o estado físico que a matéria se encontra... Ok.

Matéria é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço.
Nem sempre é possível ver a matéria. O ar como exemplo. Em sua volta, podemos sentir a presença do ar. Mas a luz, e o som não ocupam lugar no espaço. Entenderam.

Mas e a origem da Matéria?

Vamos ver como tudo que existe
, ou seja, a MATÈRIA , se formou....

A Origem do Universo

Desde a antiguidade o homem buscava olhar para o céu e tentar entende-lo. E muitos questionamentos surgiram. E você também nunca pensou sobre a origem do universo?

A teoria mais aceita hoje é a Teoria do Bing Bang.

Há mais ou menos 15 bilhões de anos atrás ocorreu uma grande explosão, espalhando luz, matéria e energia para todos os lados de maneira uniforme. Começou a surgir o movimento e o tempo. O universo então começou a se expandir. Fator que está acontecendo até hoje.
Observando o espaço, os astrônomos afirmam que as galáxias se afastam um das outras.
A temperatura foi esfriando rapidamente e os núcleos dos átomos foram se formando.
Após 300 mil anos é que os átomos passarem a se agrupar, originando as partículas de matéria que, reunidas em enormes massas de gases.e poeira, produziram as galáxias..


E ai entendeu como a matéria se originou?
Se até aqui você entendeu. Otimo .e isso é apenas o começo de tudo...
A ciência é muito dinâmica, não acha?
O Universo também.....

Você sabe então o que é matéria?
Você vai estudar aqui outras características fundamentais da matéria como: as propriedades gerais e específicas, a constituição ou a estrutura básica (o átomo) como ocorre a ligação dos átomos para formar os diferentes tipos de matéria que envolvem o universo, em fim como a matéria se encontra neste vasto e misterioso UNIVERSO... OK...

Você vai ver como se formou as galáxias e as estrelas .....

... até mais Prfº Neivaldo Lúcio



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Doenças Pulmonares

24 setembro 2005.
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Curso de Biologia

04 setembro 2005.
O curso de Biologia contemplará o conteúdo para ensino médio...
A principio toda semana teremos um resumo a ser debatido e com exercícios de fixação...
Gostaria de receber e-mails de inscrição, para troca de experiências, sugestões e criticas...
e-mail para : neilucio@argentina.com

Na semana que vem veremos o primeiro assunto: Citologia
até lá...
Profº Neivaldo Lúcio
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Antes Monera, agora Archaea e Bacteria.

03 setembro 2005.
Antes Monera, agora Archaea e Bacteria.

I. Considerações iniciais: novas descobertas, de seres vivos, alteram a maneira de ver a origem da vida.I.

1. Os mais antigos seres fossilizados conhecidos eram os estromatólitos - estruturas calcárias resultantes da atividade de cianobactérias - com 3,46 bilhões de anos. Esses procariontes - organismos unicelulares simples, células sem carioteca - vão, ao longo da maior parte da história da Terra, ser os seus únicos habitantes, dos quais são conhecidas diferentes espécies. Aliás, ainda hoje, são os mais abundantes habitantes do planeta. Análises genéticas têm demostrado, entretanto, que o grupo das "arqueobactérias" (domínio Archaea) surgiu em primeiro lugar, surgindo algum tempo antes das "cianobactérias".

Estromatólito é uma palavra grega composta por "stromatos" (capa) e "lythos" (pedra). Como seu próprio nome indica são rochas laminadas , com origem microbiana. Os microorganismos segregam uma mucilagem (uma gelatina pegajosa) composta principalmente por carboidratos que aglomera as células formando tapetes microbianos .
Os microorganismos são geralmente procariontes (eubactérias ou arqueobactérias) filamentosos e fotoautótrofos.

Descobertas dos últimos tempos mostram que muitas bactérias, nas origens dos dois grandes domínios da vida - Bacteria e Archaea - estão adaptadas aos mais variados limites de pressão e temperatura, salinidade, radiação muito energética, ausência de Sol, e ambientes onde outrora não se imaginava a vida possível. A descoberta destes extremófilos, como são designados, é uma das maiores promessas para biologia.
Noutros locais do universo, em planetas e em exóticos lugares os extremófilos podem estar muito bem
representados.

I.2. A vida é um sistema químico auto-sustentado capaz de uma evolução darwiniana, por mutação aleatória, concorda a maioria dos cientistas. Nas últimas décadas, seres extremamente simples foram achados em reentrâncias de rochas, em pequenas bolhas de água quente cinco vezes mais salgada que a do mar e em poças de ácidos e metais pesados, inclusive com radiações. E os testes realizados não deixam dúvidas: eles apareceram há pelo menos 4 bilhões de anos, um tempo mais remoto do que o imaginado antes para a origem da vida no planeta. Segundo uma nova teoria formulada pelos pesquisadores William Martin, da Universidade Heinrich-Heine, de Düsseldorf, na Alemanha, e Michael Russel, do Centro de Estudos Ambientais de Glasgow, na Escócia, os seres vivos tiveram o seu ponto de partida em "sistemas inorgânicos" configurados como pequenos compartimentos de rochas com ferro e sulfeto (sal que contém enxofre e sem oxigênio), o que vira de cabeça para baixo boa parte das teorias em uso. Até aqui acreditava-se que a vida teria se iniciado de reações químicas precipitadas pelo calor do sol e por tempestades elétricas na atmosfera primitiva, ainda pobre em oxigênio. O processo teria produzido moléculas simples – principalmente aminoácidos – que constituiram a "sopa primordial" dos oceanos e lagos onde, mais tarde, seriam sintetizadas as proteínas, gorduras e carboidratos dos primeiros seres unicelulares. As moléculas orgânicas, portanto, teriam precedido a formação celular. Mas a teoria de Martin e Russel inverte essa ordem, considerando que "células inorgânicas" antecederam as moléculas orgânicas e incubaram a vida, como sugere os sistemas de ferro e sulfeto. Os cientistas agora se esforçam para recriar essas condições em laboratório. O mais provável é que os seres vivos tenham surgido espontaneamente sobre o planeta, por meio da evolução química de substâncias inanimadas, como sugere a viagem retrospectiva proporcionada pelos Archaea.A existência dessas criaturas microscópicas foi confirmada, na década passada, durante prospecções realizadas em rochas vulcânicas do estado de Idaho, nos Estados Unidos, e em minas da África do Sul, a mais de 2 400 metros de profundidade. Os Archaea compõem um reino biológico próprio, diferente dos das bactérias, classificadas como seres procariontes (organismos formados por uma única célula sem membrana nuclear) e das demais formas vivas, incluindo fungos, plantas e humanos, classificadas como eucariontes (formados por uma ou muitas células providas de membrana nuclear).

Eles se alimentam de hidrogênio, compostos sulfúricos, manganês e outros metais pesados e dispensam totalmente a fotossíntese e a luz solar como fonte de energia. Sua descoberta abalou antigas hipóteses, entre as quais a suposição de Charles Darwin e outros pesquisadores de que o ponto de partida da vida se deu na superfície de mares e lagos ricos em nutrientes. A idéia de que a vida brota da matéria inanimada não é exatamente uma novidade. A diferença é que a nova concepção de geração espontânea por evolução parte de um raciocínio bem diverso das fantasias que sustentaram, por mais de 2 200 anos, uma tosca teoria sobre a origem dos seres vivos. De Aristóteles, na Grécia antiga, até a primeira metade do século XIX, imaginou-se que animais complexos, como moscas, sapos e ratos, podiam ser gerados no meio do lixo, da matéria orgânica em decomposição e da lama.


No século XVII, o naturalista belga Jan Baptiste van Helmont chegou mesmo a difundir na Europa uma receita para a produção de ratos e escorpiões a partir de uma camisa suada, germe de trigo e queijo. A idéia começou a ruir quando, na mesma época, o italiano Francesco Redi demonstrou em uma experiência simples que larvas de moscas só surgiam em carne podre quando esta ficava exposta a moscas adultas, que ali depositavam seus ovos. A carne acomodada em frascos tampados com gaze jamais geravam larvas, que neste caso apareciam sobre a gaze, onde moscas adultas tinham pousado. Os estudos do químico francês Louis Pasteur sobre bactérias, que deram início à microbiologia, sepultaram a velha crença por volta de 1860.I.3. A moderna teoria da geração espontânea começou com algumas pistas levantadas ainda no século XIX, quando algumas substâncias orgânicas, como a uréia, foram sintetizadas pela primeira vez em laboratório. Então, logo surgiu a pergunta óbvia: e se pudéssemos reproduzir as condições ambientais da Terra primitiva, não seria possível fabricar moléculas orgânicas complexas, como o fez a natureza? A constatação de que todos os seres vivos possuem os mesmos blocos construtores – açúcares simples, gorduras, 20 tipos de aminoácidos, quatro nucleotídeos de DNA e quatro de RNA – atiçou definitivamente essa idéia, fundamental na hipótese apresentada pelo bioquímico russo Aleksandr Oparin no livro A Origem da Vida, em 1936.De acordo com
Oparin, aminoácidos e outros compostos foram produzidos numa atmosfera composta de amônia, metano, hidrogênio e vapor d´água, em reações catalisadas por radiações ultravioletas e descargas elétricas das tempestades.

Tais moléculas, inicialmente precipitadas sobre rochas ardentes, foram depois arrastadas pela chuva para os mares, onde o choque contínuo entre elas deu origem a moléculas maiores (os coacervados) que, por sua vez, em algum momento do processo teriam alcançado a organização necessária para replicar-se. As primeiras moléculas não se dissolveram na água porque, com raríssimas exceções, as moléculas de vida formam colóides, substâncias de lenta dissolução e dispersão devido a um fenômeno de natureza elétrica. Parte da teoria de Oparin foi testada em laboratório, em 1953. Na época, o químico americano Stanley Miller, então estudante na Universidade de Chicago, recriou a provável atmosfera primitiva e, após bombardear a mistura de gases durante uma semana com fortes descargas elétricas, conseguiu produzir aminoácidos. Experiências seguintes testaram também os efeitos do calor e dos raios ultravioletas, mas a sucessão de descobertas e teorias das últimas décadas mostraram que a atmosfera original não era exatamente igual à imaginada por Oparin (não havia nela amônia nem metano) e a conjetura voltou ao saco das versões, apesar de seu peso considerável.Idéias recentes realçam a importância do barro - um elemento presente no relato mitológico da criação, na Bíblia - na consolidação da vida na Terra. A argila seria a chave do mistério de como compostos orgânicos simples saltaram para a condição de material genético auto-replicante, afirma o químico Graham Cairns-Smith, da Universidade de Glasgow. Na verdade, segundo Cairns-Smith, o barro teria sido a primeira substância genética, que ele chama de cristal-gene.

Como se sabe, cristais, inclusive os de barro, são auto-replicantes. E se a auto-replicação é um traço fundamental dos seres vivos, então dá para admitir que a vida pode ter recebido um empurrãozinho daquelas substâncias inorgânicas para obter suas primeiras cópias. Alguns biólogos acham que a argila foi o meio onde se formaram moléculas de RNA (o ácido ribonucléico, que transcreve e traduz a informação genética), durante reações que permitiram o aparecimento de ligações simples entre aminoácidos. Suspeita-se que o RNA foi a primeira partícula informacional, anterior ao DNA (ácido desoxirribonucléico), por ser ele dotado de uma importante atividade catalítica: é possível obter-se fitas de RNA idêntico a partir de um molde de RNA e de nucleotídeos. Os genes nus dos primórdios da vida teriam depois se fixado em estruturas maiores, como os coacervados de Oparin.A química do planeta forçou a vida a evoluir ao longo de uma progressão previsível, afirmam agora os cientistas Robert Williams, da Universidade Oxford, na Inglaterra, e João José Fraústo da Silva, da Universidade Técnica de Lisboa. As reações redutivas levaram as células primitivas a extrair hidrogênio da água, liberando o oxigênio e tornando o ambiente mais oxidante, enquanto a amônia se transformava em nitrogênio e metais eram liberados de seus sulfitos. Com isso, tais células se adaptaram ao uso de elementos oxidados e evoluíram para acumular energia por meio da fixação do nitrogênio, com o uso do oxigênio, desenvolvendo, enfim, a capacidade de fotossíntese.Foi a reação da vida ao ambiente oxidado que conduziu o processo de formação de animais e plantas superiores, dizem Williams e Silva. O peróxido de hidrogênio, por exemplo, levou ao surgimento da lignina - substância rica em oxigênio que é o principal constituinte da madeira - e o cobre oxidado dos sulfitos de cobre foi usado pelas células para gerar ligações entre proteínas como o colágeno e a actina, que contribuem para manter os nervos e as células dos músculos em seus lugares. "O acaso pode até conduzir o desenvolvimento das espécies, mas não conduz a evolução em geral", diz Williams. "O que a vida joga fora se torna a coisa que força o passo seguinte em seu desenvolvimento".Quem faz pesquisa de ponta, seja na microbiologia ou na física, não esconde a surpresa diante da precisão matemática dos processos e das convergências que contribuíram para o aparecimento da vida na Terra e, ao que tudo indica, no universo. Pergunte-se ao físico e astrônomo inglês Martin Rees, um dos defensores da tese do multiverso, segundo a qual o nosso é apenas um em uma série incalculável de universos existentes em diferentes dimensões de espaço e tempo.II. Novas descobertas alteram a classificação de seres vivos que utiliza novos critérios. Originalmente Lineu tinha 3 Reinos em seu esquema, chamados Plantae, Animalia e um grupo adicional para minerais, o qual foi abandonado. Desde então, várias formas tem sido movidas para três novos reinos - Monera, para procariontes, Protista, para protozoários e algas, e Fungi. Monera era um reino biológico, que incluía todas as coisas vivas que possuem uma organização celular procariótica; antes de sua criação, estes seres eram tratados como duas divisões das plantas: os Schizomycetes, ou bactérias (incluindo a maioria dos procariontes e os considerados como Fungi) e os Cyanophyta, ou algas azul-esverdeadas. Os últimos são atualmente considerados como um grupo das bactérias, tipicamente chamados de Cyanobacteria.

Cyanobacteria
Este esquema estava ainda longe da filogenia ideal e a vista de cinco reinos foi suplantada pela maior parte no trabalho taxonômico moderno por uma divisão em três domínios, 3 conjuntos de reinos, estabelecidos e por estabelecer, - Bacteria e Archaea, que contém os procariontes, e Eukarya, compreendendo as formas restantes. Isto foi precipitado pela descoberta dos Archaea. No domínio Eukarya encontram-se todos os animais, plantas, protistas e fungos; no dominio Bacteria as bactérias, as rickéttsias, micoplasmas e as cianobactérias; e no domínio Archaea, seres estranhos como os extremófilos. Este último domínio só foi identificado há cerca de 25 anos, e ainda se reveste de muito mistério.
Recentemente, a análise de seqüências de DNA e RNA tem confirmado que há na realidade dois grupos principais nos procariontes: Bacteria e Archaea. Estes dois grupos não aparentam ser mais próximos um do outro do que dos eucariontes. A maioria dos novos esquemas taxonômicos tendem a abandonar o reino Monera e a tratar Bacteria e Archaea como domínios, conjuntos de reinos, separados.
Os mecanismos de transmissão da informação do DNA para a síntese das proteínas são similares para os três domínios Bacteria, Archaea e Eukarya. No entanto, o sistema genético das espécies de Bacteria e Archaea é muito mais simples do que o das espécies de Eukarya. Enquanto que as células de Bacteria e Archaea têm um simples cromossoma constituído por uma única molécula circular de DNA, nas células de Eukarya a informação genética está distribuída por várias moléculas lineares de DNA, cada uma constituindo um cromossoma contido no núcleo da célula. O genoma dos procariontes, portanto, está está organizado num grande cromossomo circular, ocasionalmente acompanhado de um ou mais plasmídios. Estes dois domínios diferem na composição do RNA ribossômico, na estrutura da parede celular e no metabolismo; levando em conta dados de filogenia molecular, elas são tão diferentes que ocupam dois reinos, e Archaea está próximo dos eucarióticos do que Bacteria.II.1. Domínio Archaea. Os nomes Archaea ou Archaeobacteria (tende a não ser mais utilizado) são usados para “bactérias” que não possuem peptideoglicanas em sua parede celular e trata-se de um nome aplicado a um grupo merofilético; podem apresentar parede composta de glicoproteínas, parede composta de um heteropolissacarídeo sulfatado, um tipo diferente de peptideoglicanos (pseudopeptideoglicano), outras secretam uma parede composta de polissacarídeos extremamente ácidos e há espécies que possuem proteínas na parede celular.
As espécies do domínio Archaea formam um grupo heterogêneo, de organismos procariontes, filogeneticamente distante das Bacteria; ele inclui seres anaeróbios, aeróbios, autótrofos, heterótrofos, termófilos, acidófilos, halófilos, e mesmo fotossintetizantes, constituindo um grupo bastante diverso. Os principais pontos de distinção entre "arqueobactérias" e "eubactérias" são: paredes celulares, fosfolipídios de membrana, síntese protéica e fatores genéticos. Uma outra característica exclusiva de Archaea é o metabolismo metanogênico, não se conhece eubactérias nem eucariontes capazes de produzir metano como resíduo de seu metabolismo. Quando foram descritas, acreditava-se que as Archaea eram organismos que eram encontrados quase que exclusivamente em ambientes extremos da vida.
Por viverem em ambientes inóspitos, crateras de vulcões e locais extremamente salinos, onde dificilmente se imaginaria existir vida, são conhecidos como seres extremófilos. Há as halófilas (do grego halos, "sal" e philos "amigo") que vivem em ambientes muito salinos como o Mar Morto, as termoacidófilas, que habitam fontes termais ácidas onde a temperatura varia de 60º a 80º C. Como exemplo de termoacidófilas temos as sulfobactérias que obtêm energia oxidando o enxofre. Existem ainda as metanogênicas que vivem em regiões alagadas (pântanos) e no interior do tubo digestivo de insetos como cupins, e também no trato digestivo de animais herbívoros. Estas bactérias produzem o gás metano por redução do CO2 a CH4. As bactérias metanogênicas são estritamente anaeróbicas, - o oxigênio é venenoso para elas. São utilizadas para gerar grandes quantidades de biogás, e, portanto, apresentam importância econômica. Atualmente, são associadas a estudos sobre a origem da vida na Terra.
Organismos hipertermófilos que apresentam temperaturas ótimas de crescimento próximas ou acima do ponto de ebulição da água, veio injetar um novo fôlego nas discussões sobre a origem da vida e a sua existência noutros planetas. A extremofilia não constitui uma característica filogenética. Embora exemplos de extremofilia ocorram freqüentemente em ambos os domínios procariontes (Bacteria e Archaea), os dados disponíveis permitem concluir que os organismos resistentes a extremos de agressão das condições ambientais tendem a pertencer ao Domínio Archaea. Por exemplo, todos os hipertermófilos com temperatura ótima de crescimento superior a 100ºC, bem como os outros “recordistas” de extremofilia (os mais halófilos ou os mais acidófilos) que parecem situar-se preferencialmente entre os organismos do domínio Archaea. Exemplos notáveis são o gênero Halobacterium, que se desenvolve em ambientes salinos saturados (5,2 M NaCl); Pyrolobus fumarii apresenta uma temperatura ótima de crescimento de 106ºC, continuando a proliferar até ao limite de aproximadamente 115º C, enquanto que o gênero Picrophilus se desenvolve a pH 0.As Archaea são divididas em três Reinos: Crenarchaeota, Euryarchaeota e Korarchaeota.

Quatro fenótipos foram caracterizados inicialmente no domínio Archaea: Metanogênicos, Termófilos redutores de sulfato, Termófilos dependente de sulfato e Halófilos. A partir de análises do rRNA 16S foram definidos dois grandes reinos entre os Archaea, o dos Euryarchaeota (compreendendo halófilos, metanogênicos, alguns hipertermófilos e também metanogênicos termófilos) e o dos Crenarchaeota (compreendendo tanto hipertermófilos como termoacidófilos) . Mais recentemente propuseram um novo reino dentre os hipertermófilos, denominado Korarchaeota.
Por serem os únicos microorganismos que apresentam mecanismos que permitem sua sobrevivência em ambientes extremos e inadequados a outras formas de vida, esses mecanismos estão sendo estudados e podem ser aplicados em áreas cientificas e tecnológicas. As enzimas das arqueobactérias termófilas extremas são amplamente utilizadas na tecnologia de ácido desoxirribonucléico (DNA), já que são as únicas enzimas conhecidas que não desnaturam durante o aumento elevado de temperatura nos processos biomoleculares. Bactérias que vivem em aberturas vulcânicas podem ser utilizadas como fonte de energia renovável ou ainda como produtoras de polissacarídeos, utilizados no espessamento de alimentos industrializados. Outras aplicações das termófilas estritas são nas indústrias de papel, tecido, alimentos, adesivos e produção de açúcar. No tratamento de esgoto, podem ser utilizadas bactérias metanogêneas e o metano por essas produzido pode ser utilizado para gerar eletricidade ou em um sistema de gás natural. A membrana de bacteriorodopsina de halófilas extremas está sendo usada para o desenvolvimento de um chip de computador que torne possível o uso do mesmo para a execução de funções como a inteligência artificial ou visão de pessoas com cegueira.II.2. Domínio Bacteria. Os representantes típicos desse domínio são as rickéttsias, os micoplasmas, as bactérias e as cianobactérias (“antigamente” chamadas cianofíceas ou algas azuis). As bactérias não possuem organelas membranosas, como cloroplastos, núcleo e mitocôndrias. São unicelulares e estão entre os menores seres vivos conhecidos. São formados por uma célula procarionte (desprovida de membrana nuclear). Por não apresentarem o envoltório protetor do núcleo, o material genético (cromatina), constituído por uma única molécula de DNA (ácido desoxirribonucléico), encontra-se disperso no citoplasma. O material genético constitui-se de uma longa molécula de DNA, dobrada em forma de anel, circular, sendo chamado de nucleóide (do latim nucleu, caroço, amêndoa + o sufixo grego. eidos, semelhante). Moléculasde DNA circulares, extra-cromossômicas e com capacidade de auto-replicação, são denominadas plasmídeos. Apresentam apenas ribossomos (síntese protéica) como organelas. Observa-se uma dobra do plasmalema (membrana plasmática) na região mediana da célula bacteriana, que forma uma estrutura relacionada com a respiração celular (possui enzimas respiratárias), o mesossomo (do grego mesos, meio, intermediário e soma, corpo). O mesossomo também sustenta o cromossomo bacteriano.
A membrana plasmática é recoberta e protegida pela parede celular. Algumas espécies de bactérias possuem, externamente à membrana esquelética, outro envoltório, mucilaginoso, chamado de cápsula. É o caso dos pneumococos (bactérias causadoras da pneumonia). Descobriu-se que a periculosidade dessas bactérias reside na cápsula: em um experimento, ratos infectados com pneumococos sem cápsula tiveram a doença, porém não morreram, enquanto os com cápsulas causaram pneumonia letal.
• É necessário lembrar sempre que externamente à membrana plasmática, as bactérias possuem a parede celular. Encontramos dois tipos básicos de parede celular. A composição e a estrutura da parede celular determina o comportamento da célula em face de um dos métodos de coloração utilizado em bacteriologia: a coloração de Gram. O médico dinamarquês Hans Crhistian Joachim Gram (1853-1938) criou um método de coloração, em 1884, que permite diferenciar dois tipos de bactérias, e assim descobriu um meio de identificar as bactérias mais sensíveis às sulfas e , posteriormente, à penicilina, através do qual passamos a chamar as primeiras de Gram Positivas e as outras de Gram Negativas. A parede das gram-positivas (A, na figura abaixo) é praticamente formada de uma só camada, enquanto a das gram-negativas (B) é formada de duas camadas. Entretanto, os dois tipos de parede apresentam uma camada em comum, situada externamente à membrana citoplasmática que é denominada camada basal, mureína ou peptideoglicano. A segunda camada, presente somente nas células das gram-negativas é denominada membrana externa. Entre a membrana externa e a membrana citoplasmática encontra-se o espaço periplasmático no qual está o peptideoglicano.
• O método de Gram consiste em corar bactérias com violeta de genciana e iodo (presente no lugol). A técnica de Gram consiste em espalhar e secar as bactérias em uma lâmina de microscopia e corá-las com violeta de genciana e iodo. Após, lava-se a lâmina com álcool e cora-se com fucsina, que possui cor-de-rosa. Vistas ao microscópio, certas bactérias coram-se de violeta, enquanto outras ficam coradas de rosa. As que ficam violeta são denominadas Gram + (Gram positivas) e as que têm coloração rosa são as Gram - (Gram negativas). O método de identificação microscópico de Gram é valioso, pois as bactérias Gram - são mais perigosas tendo paredes menos permeáveis aos antibióticos, o que dificulta a ação farmacológica destas substâncias.• Os resultados alternativos de coloração se devem às diferenças de composição química das paredes bacterianas. As Gram - não retêm o corante violeta, corando-se só de rosa. Já as Gram + fixam a violeta de genciana, tornando dessa cor. Distinguem-se deste modo dois grupos principais de paredes celulares: a parede das bactérias gram-positivas e a parede das bactérias gram-negativas. As bactérias gram-positivas (que se deixam corar pela coloração de Gram) possuem paredes espessas, compostas por várias camadas de proteoglicanas (mais ou menos 90% destas proteínas associadas a carboidratos), e homogênea, ligada e encostada diretamente à face externa da membrana plasmática. Nestes casos, não existe espaço periplasmático. A parede é composta por um complexo mucoso formado essencialmente por um polímero de malha tridimensional, cujo monômero é o peptideoglicano. São exemplos Staphylococcus aureus, Bacillus subtilis, Enterococcus faecalis e Micrococcus luteus. Pelo contrário, a parede das bactérias gram-negativas é formada por dois folhetos: o folheto interno, constituído por uma delgada camada de mucocomplexo (menos de 10% de peptideoglicano) não encostado à membrana plasmática; o folheto externo, também designado por membrana externa, dada a sua estrutura ser semelhante à de uma membrana unitária como a membrana plasmática, composta por uma camada lipoprotéica e lipopolissacarídica, com uma fina camada de proteoglicanas. Este folheto exterior tem um componente sem igual no lugar de fosfolipídio. Este componente é o lipopolissacarídeo bacteriano, ou LPS. Esta é uma molécula complexa que não é achada em outro lugar em natureza A coesão entre os dois folhetos estabelece-se através de lipoproteínas integradas no folheto externo e ligadas por ligações covalentes a peptideoglicanos. No folheto externo existem ainda canais protéicos através dos quais passa a água e diversos metabólitos. São exemplos Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Serratia marcescens, Helicobacter, Neisseria, Vibrio cholerae.A despeito da sua relativa simplicidade estrutural, cada célula bacteriana realiza todas as funções vitais como nutrição, obtenção de energia, reprodução e têm uma grande importância ecológica.
Quanto a forma as bactérias podem ser classificadas: cocos, bacilos, espirilos e vibriões.
1. Cocos - bactérias de forma arredondada.2. Bacilos - bactérias alongadas em forma de bastonetes.3. Espirilos - são bactérias espiraladas.4. Vibriões - são bactérias em forma de vírgulas.

Reprodução
A principal forma de reprodução é a assexuada por divisão binária, bipartição ou cissiparidade. Neste caso um indivíduo se divide originando dois outros idênticos. Em uma célula inicial, ocorre a duplicação do material hereditário, que está ligado ao mesossomo (reentrância da membrana plasmática). A célula começa a crescer e os mesossomos afastam-se, levando consigo um cromossomo. Logo após, a célula se divide, dando origem a duas células-filhas com a mesma bagagem hereditária da célula-mãe. O processo dura aproximadamente 20 minutos. Reprodução sexuada: Conjugação bacteriana. Na conjugação bacteriana duas bactérias unem-se temporariamente através de uma ponte citoplasmática. Em uma das células, denominada "doadora" ou "macho", ocorre a duplicação de parte do cromossomo. Essa parte duplicada separa-se e, através da ponte citoplasmática, passa para outra célula, denominada "receptora" ou fêmea", unindo-se ao cromossomo dessa célula receptora. Esta ficará, então, com constituição genética diferente daquela das duas células iniciais. Essa bactéria "recombinante" pode apresentar divisão binária, dando origem a outras células iguais a ela. Como regra geral, em qualquer mecanismo de recombinação gênica nas bactérias, somente uma fração do cromossomo da bactéria doadora é transferida para a bactéria receptora. A fração doada corresponde a uma porção duplicada do cromossomo.
*Transformação: Griffith a descreveu em pneumococos; de pedaços de DNA de “bactéria estranha”, dispersos no meio, algum é incorporado, em condições especiais e a bactéria passa a exibir o fenótipo (característica) da “doadora”. Os cientistas têm utilizado a transformação como uma técnica de Engenharia Genética, para introduzir genes de diferentes espécies em células bacterianas (bactérias transgênicas). **Transdução: transferência de material genético de uma bactéria para outra, através de vírus bacteriófagos ou fago (= vetor).
Importância das bactérias.
Algumas bactérias podem ser úteis ao homem e são utilizadas na agricultura e na indústria (produção de iogurte, queijos, vinhos). 1. Na indústria, são bastante conhecidas as bactérias do gênero Acetobacter, que oxidam o álcool etílico transformando-o em ácido acético; essa relação constitui a base da fabricação do vinagre. 2. As do gênero Lactobacillus e Lactococcus promovem a conversão de lactose (açúcar do leite) em ácido láctico; o leite torna-se então azedo, e a redução do pH determina a precipitação de suas proteínas, com a conseqüente formação do “coalho”. Essas bactérias, portanto, têm participação marcante no processo de fabricação de coalhada, iogurte (Streptococcus thermophilus), queijo (Streptococcus spp.) e “ kefir” (Streptococcus lactis). 3. Outras bactérias de grande importância são as que produzem como produto final ácido butírico, acetona e butanol, além das formadoras de endósporos que são de grande valência para a indústria alimentícia e farmacêutica devido à resistência destes ao calor e a uma grande variedade de químicos. 4. Na indústria farmacêutica, bactérias do gênero Bacillus são utilizadas na produção de antibióticos, tirotricina e a bacitracina.5. O processo de Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN) possibilitou que se reduzisse, na última safra, o uso de fertilizantes nitrogenados nas lavouras brasileiras, resultando numa economia de U$ 1,5 bilhão. Essa tecnologia consiste na associação de bactérias da família Rhizobiaceae com plantas da família Leguminosae (soja e feijão, por exemplo), formando nódulos nas suas raízes. Dentro desses nódulos, pela ação da enzima nitrogenase, essas bactérias são capazes de quebrar a tripla ligação que une os dois átomos de nitrogênio atmosférico (N2), transformando-o em amônia e, posteriormente, em nitratos. Se o mutualismo for eficiente, o N sintetizado nos nódulos pode suprir todas as necessidades da planta, dispensando o uso de fertilizantes nitrogenados. A fixação do nitrogênio (transformação de nitrogênio gasoso - N2 em amônia - NH4) é exclusiva das bactérias dos gêneros Rhizobium e Bradirhizobium e é a única fonte de nitrogênio absorvível para todos os outros seres vivos. Todos os organismos vivos têm necessidade de nitrogênio para formação de componentes de biomoléculas, como a moléculas de DNA e proteínas.
Pesquisas da Embrapa são orientadas para identificar um tipo dessa bactéria capaz de processar a FBN em níveis eficientes sob as condições de estresse do ambiente inclusive semi-árido, com seu clima quente e seco. Estas bactérias podem aumentar a produção de feijão inclusive em áreas secas do nordeste 6. As bactérias, como inseticidas biológicos, são também utilizadas no combate a espécies nocivas à agricultura. Um exemplo é o Bacillus thuringensis, que infesta somente a larva de determinados insetos (parasita específico a organismos de pH alto). Essa bactéria produz cristais protéicos que se dissolvem no intestino da larva; a proteína dissolvida promove a ruptura da parede intestinal, permitindo a invasão dos tecidos por parte das bactérias, o que provoca a morte da larva.7. São também muito importantes ao meio ambiente na decomposição de matéria orgânica, garantindo a reciclagem da matéria, pois desdobram restos de animais e plantas. Os ciclos biogeoquímicos representam o movimento e a conversão da matéria por atividades bioquímicas dentro da ecosfera e são responsáveis pelo equilíbrio dinâmico entre as várias formas de matéria ciclada; isto garante a trajetória circular da matéria e sua contínua reutilização. Este equilíbrio é fundamental para a diversidade fisiológica dos seres vivos.
O domínio Bacteria também inclui as rickéttsias, a clamídia, os micoplasmas ou PPLO e as Cyanobacteria.
Cyanobacteria. A maioria das bactérias fotossintéticas são designadas cianobactérias, e foram conhecidas por algas azuis durante longos anos. Este grupo de bactérias colonizou meios muito diversificados, devido á sua elevada auto-suficiência, embora a maioria seja de água doce. Este tipo de bactéria terá surgido na Terra há cerca de 3,46 bilhões de anos, como o provam os estromatólitos encontrados na Austrália, que se calcula serem já fotossintéticos, embora talvez não libertassem ainda oxigênio. As cianobactérias dominaram completamente a evolução biológica durante mais de 2 bilhões de anos atingindo enorme sucesso. Provavelmente terão sido as responsáveis pela reinstalação e proliferação de formas heterotróficas nos oceanos primitivos, pois seriam elas próprias importantes fontes de alimento. Geralmente as cianobactérias têm vida livre mas podem estabelecer um mutualismo com outros organismos ou formar colônias filamentosas, por vezes envolvidas por uma cápsula mucilaginosa. As cianobactérias são maiores que os restantes procariontes, não apresentam órgãos locomotores, e realizam fotossíntese com o auxílio de pigmentos fotossintéticos variados, como a clorofila a, os carotenóides (pigmentos amarelos), a ficocianina (pigmento azul) e a ficoeritrina (pigmento vermelho). Estes pigmentos as distinguem das restantes bactérias fotossintéticas pois estas dependem da bacterioclorofila para realizar este importante processo. Outra importante diferença reside no fato das cianobactérias apresentarem lamelas internas, invaginações da membrana plasmática onde se localizam os pigmentos e as enzimas fotossintéticas. Estas lamelas são consideradas percursores dos tilacóides vegetais (unidades em forma de moeda,internas aos cloroplastos) e não existem nas restantes bactérias fotossintéticas.

Cyanobacteria com cápsula mucilaginosa.
As rickéttsias. Por longo tempo, as rickéttsias foram consideradas como vírus, devido seu pequeno tamanho e seu peculiar ciclo de vida. Em 1977, Buxton e Fraser passaram a considera-las bactérias, de tamanho muito reduzido, que haviam desenvolvido um modo de vida ultraparasitário. Atualmente, a maioria dos pesquisadores concorda que as rickéttsias são bactérias. A mais recente classificação se encontra na 10ª Edição do Bergey´s Manual of Sistematic Bacteriology, escrito por Garrity, Winters, Kuo e Searles, e foi publicado em 2002. Nesta classificação a ordem das Rickettsiales está inclusa no filo das Proteobacterias, classe das Alphaproteobacterias. As rickéttsias são bactérias com parasitismo intracelular obrigatório.
São estruturalmente semelhantes a bactérias gram-negativas, extremamente pequenas, com aproximadamente 0,25 mm de diâmetro, formando cocobacilos. Podem estar agrupados em pares, em cadeias ou isolados. Com exceção da Rickettsia prowazekii, causadora de tifo, não apresentam flagelos. O envelope típico consiste de 3 camadas. Uma membrana citoplasmática mais interna, uma parede celular rígida e uma externa com composição química típica de membrana e com aspecto trilaminar. A parede celular é quimicamente similar a dos Gram negativos e possuem invaginações intracitoplasmáticas. O citoplasma possui ribossomos. A multiplicação ocorre por divisão binária somente dentro da célula hospedeira. A maioria das espécies é encontrada somente no citoplasma das células hospedeiras, mas aquelas causadoras da febre maculosa multiplicam-se no núcleo e saem para o citoplasma.
O tifo é uma doença provocada por rickéttsias. Dois tipos de organismos provocam a doença: Rickettsia prowazekii (tifo epidêmico e doença de Brill) e Rickettsia typhi (tifo murino). O tifo murino é uma forma mais branda de tifo, sendo raramente fatal (menos de 2%).A febre maculosa é uma doença causada por uma bactéria chamada Rickettsia rickettsii, um microorganismo gram-negativo intracelular obrigatório. Várias espécies do gênero Rickettsia causam doenças no homem e em outros hospedeiros vertebrados e invertebrados e possuem uma larga distribuição no mundo. Nos Estados Unidos da América, a febre das montanhas rochosas, também causada pela Rickettsia rickettsii, constitui o equivalente da febre maculosa brasileira. Pelo que se conhece até o momento em nosso país, a febre maculosa, a mais comum e mais letal das rickettsioses existentes, é transmitida ao homem por carrapatos da espécie Amblyomma cajennense, carrapato encontrado com freqüência no boi e no cavalo.Clamídia. A Chlamydia trachomatis é uma bactéria intracelular que acomete o trato-genital feminino e masculino, entre outras áreas. Difere do vírus por possuir tanto DNA quanto RNA, parede celular com estrutura análoga à das bactérias Gram-negativas e por ser sensível aos antibióticos. No entanto, não consegue produzir sua própria energia, necessitando utilizar o ATP produzido pela célula hospedeira. É parasita intracelular obrigatório, com deficiência na produção de ATP endógeno, contém DNA, RNA e ribossomos procarióticos típicos, uma membrana externa semelhante a de bactérias Gram-negativas e um ciclo de desenvolvimento dimórfico que ocorre na inclusão intracelular citoplasmática.
Micoplasmas e PPLO. Os micoplasmas são conhecidos desde o final do último século, quando o agente causal da pleuropneumonia bovina foi isolado, cultivado e estudado em laboratório. Ficou evidenciado que esse patógeno era um organismo unicelular, procarionte e que, por não possuir parede celular, exibia um alto grau de pleomorfismo. Esse organismo foi denominado Mycoplasma mycoides var. mycoides.
Os micoplasmas são os menores procariontes capazes de se autoreproduzirem e as menores células conhecidas, sendo medidas em nm (nanômetro) = 0,000 001 mm (1 milionésimo de milímetro). A denominação de micoplasma, usada trivialmente para se referir a qualquer membro desta classe, foi derivada das palavras gregas, mykes para fungos e plasm para designar a forma ou o molde das células. O primeiro isolamento de micoplasma foi realizado por NOCARD & ROUX na França, em 1898, a partir de um surto daquela pleuropneumonia contagiosa bovina, inicialmente citada. As espécies descobertas posteriormente foram denominadas de PPLO, sigla do original em inglês Pleuropneumonia-Like Organisms ou organismos semelhantes aos da pleuropneumonia, como Acholeplasma, Anaeroplasma, Asteroleplasma, Spiroplasma, e Ureaplasma. Os PPLO possuem apenas uma membrana liprotéica e uma massa colidal contendo um DNA longo, moléculas de RNA, proteínas e ribossomos. Relatórios dos anos setenta mostram M. fermentans encontrados nas articulações de pacientes de artrite reumatóide e na medula óssea de crianças com leucemia. M. genitalium foi associado como sendo agente etiológico de certas doenças de articulações humanas. Mycoplasma hominis e Ureaplasma urealyticum são micoplasmas causadores de infecções urinárias com formação de cálculos, artrites e abortos. Esses procariontes são pertencentes à Divisão Tenericutes e à Classe dos Mollicutes (do latin, molli, suave; cutes, cútis ou derme), nome de cuja origem se deve à característica peculiar da total ausência de parede e da molécula de peptideoglicano, sendo o seu citoplasma envolvido somente por uma membrana trilaminar.
Doenças Causadas por Bactérias
1. Anthrax, Antraz ou Carbúnculo: o Bacillus anthracis é uma bactéria que causa uma doença mortal. Ela costuma infectar o gado e pode permanecer no solo por muitos anos. Os seres humanos podem ser contaminados ao manusear produtos de origem animal infectados, inalar os esporos ou ingerir produtos de origem animal contaminados. A transmissão ou contágio pessoa-pessoa não é provável. Por inalação, forma respiratória (doença dos cortadores de lã), desencadeia uma pneumonia extensa que evolui para septicemia e morte. A forma gastrointestinal, por consumo de carne contaminada, é caracterizada por uma aguda inflamação do trato intestinal, com náuseas, perda do apetite, febre, vômitos com sangue, severa diarréia e dor abdominal e morte de 25 a 60% dos casos. A forma meningo-encefálica, muito rara, também tem evolução para o óbito.
2. Tuberculose: é causada pelo bacilo Mycobacterium tuberculosis, e ataca geralmente os pulmões. Há tosse persistente, emagrecimento, febre, fadiga e, nos casos mais avançados, hemoptise. O tratamento é feito com antibióticos e as medidas preventivas incluem vacinação das crianças - a vacina é a BCG (Bacilo de Calmet-Guérin) - radiografias e melhorias dos padrões de vida das populações mas pobres.
3. Hanseníase (lepra): transmitida pelo bacilo de Hansen (Mycobacterium leprae), causa lesões na pele, nas mucosas e nos nervos. O doente fica com falta de sensibilidade na pele. Quando o tratamento é feito a tempo, a recuperação é total.4. Difteria (crupe): muitas vezes fatal, é causada pelo bacilo diftérico, atacando principalmente crianças. Produz uma membrana na garganta acompanhada de dor e febre, dificuldade de falar e engolir. O tratamento deve ser feito o mais rápido possível. A vacina antidiftérica está associada à antitetânica e à antipertussis (essa última preventiva contra a coqueluche) na forma de vacina tríplice.5. Coqueluche: doença típica de crianças produzindo uma tosse característica, causada pela bactéria Bordetella pertussis. O tratamento consiste em repouso, boa alimentação e, se o médico achar necessário, antibióticos e sedativos para a tosse.6. Pneumonia bacteriana: embora algumas formas de pneumonia sejam causadas por vírus ou por micoplasmas, a maioria é provocada pela bactéria Streptococcus pneumoniae, que ataca o pulmão. Começa com febre alta, dor no peito ou nas costas e tosse com expectoração. O médico deve ser chamado para iniciar o tratamento com antibióticos e o doente deve ficar em repouso.7. Escarlatina: provocada pelo Streptococcus pyogenes. Causa dor de garganta, febre, dores musculares, náuseas e vômitos. As amígdalas ficam inflamadas, com pus, e a língua apresenta pequenas saliências ("língua de framboesa"). Depois disso surgem erupções na pele e manchas vermelho-escarlates. O médico deve ser consultado e o doente tem que ficar em repouso. De modo geral, a evolução é benigna, mas pode haver complicações causadas pela disseminação da infecção para outros órgãos do corpo.8. Tétano: produzido pelo bacilo do tétano (Clostridium tetani), pode penetrar no organismo por ferimentos na pele ou pelo cordão umbilical do recém-nascido quando este é cortado por instrumentos não esterilizados. Há dor de cabeça, febre e contrações musculares, provocando rigidez na nuca e mandíbula. Há casos de morte por asfixia. A vacinação e os cuidados médicos (é aplicado o soro antitetânico em caso de ferimento suspeito) são essenciais.9. Leptospirose: causada pela Leptospira interrogans, é transmitida pela água, alimentos e objetos contaminados por urina de ratos, cães e outros animais portadores da bactéria. Há febre alta, calafrios, dores de cabeça e dores musculares e articulares. É necessário atendimento médico para evitar complicações renais e hepáticas.10. Tracoma: inflamação da conjuntiva e da córnea que pode levar à cegueira, é causada pela Chlamydia trachomatis. Surgem bolhas nos olhos e granulações nas pálpebras. É necessário pronto atendimento médico. A prevenção inclui uma boa higiene pessoal e o tratamento é feito com sulfas e antibióticos.11. Disenterias bacilares: constituem a principal causa de mortalidade infantil nos países subdesenvolvidos, onde as casses mais pobres vivem em péssimas condições sanitárias e de moradia. São doenças causadas por diversas bactérias, como a Shigella e a Salmonella, e pelos colibacilos patogênicos. Transmitidas pela ingestão de água e alimentos contaminados, exigem pronto atendimento médico. A profilaxia só pode ser feita através de medidas de saneamento e melhoria das condições socioeconômicas da população.12. Gonorréia ou blenorragia: causada por uma bactéria, o gonococo (Neisseria gonorrhoeae), transmite-se por contato sexual. Provoca dor, ardência e pus urinar. O tratamento deve ser feito sob orientação médica, pois exige o emprego de antibióticos.13. Sífilis: provocada pela bactéria Treponema pallidum, é transmitida, geralmente, por contato sexual (pode passar também da mãe para o feto pela placenta). Um sinal característico da doença é o aparecimento, próximo aos órgãos sexuais, de uma ferida de bordas endurecidas, indolor (o "cancro duro"), que regride mesmo sem tratamento. Entretanto, essa regressão não significa que o indivíduo esteja curado, sendo absolutamente necessários diagnóstico e tratamento médicos. Sem tratamento, a doença tem sérias conseqüências, atacando diversos órgãos do corpo, inclusive o sistema nervoso, e provocando paralisia progressiva e morte.14. Meningite meningocócica: infecção das meninges (membranas que envolvem o cérebro e a medula). Pode ser provocada por vírus, mas a forma mais comum de meningite é causada por uma bactéria - o meningococo. Os sintomas iniciais são febre alta, náuseas, vômitos e rigidez dos músculos da nuca. O doente não consegue encostar o queixo no peito e deve ser hospitalizado imediatamente, sendo submetido a tratamento por antibióticos, pois a doença pode ser fatal. Como é transmitida por espirro, tosse ou fala, é importante a notificação à escola caso uma criança a contraia.

Neisseria meningitidis
15. Cólera: doença causada pela bactéria Vibrio cholerae (vibrião colérico), que se instala e se multiplica na parede do intestino delgado, produzindo substâncias tóxicas e provocando uma forte diarréia. As fezes são aquosas e esbranquiçadas (parecendo água de arroz), sem muco ou sangue. Ocorrem também cólicas abdominais, dores no corpo, náuseas e vômitos. O grande perigo está na rápida desidratação provocada pela diarréia: o doente pode perder de um a dois litros de líquido por hora. Se o processo continuar, pode haver rápida insuficiência renal e morte em 24 horas ou menos. A doença é contraída através da ingestão de água ou alimentos contaminados, crus ou mal cozidos (a bactéria morre em água fervida e em alimentos cozidos). Embora existam vacinas contra o cólera, sua eficácia é apenas parcial (em geral, cerca de 50%) e dura poucos meses. Por isso, a doença somente pode ser erradicada através de medidas de higiene e saneamento básico.16. Febre tifóide: causada pela Salmonella typhi, provoca úlceras no intestino, diarréia, cólica e febre. O tratamento é feito com antibióticos. A prevenção inclui vacinas e melhoria das condições sanitárias da população.Testes: Atualmente convivem, em momento de transição, as classificações de Wittaker (5 reinos) e Woese (3 domínios e maior número de reinos), por isto inclui testes que devem ser resolvidos por quem conhece ambas e tem a segurança resultante deste fato.1. Três pessoas apresentam doenças causadas por:I. parasita intracelular formado por uma cápsula protéica circundando ácido nucléico;II. endoparasito unicelular, com membrana lipoprotéica revestida por parede rica em polissacarídeos envolvendo o citoplasma, no qual está o material genético, constituído por uma molécula de DNA;III. endoparasita unicelular com membrana lipoprotéica envolvendo o citoplasma; o material genético encontra-se em uma estrutura circundada por membrana.Os organismos I, II e III são, respectivamentea) vírus, eucarionte e procarionte.b) vírus, procarionte e eucarionte.c) procarionte, vírus e eucarionte.d) procarionte, eucarionte e vírus.e) eucarionte, procarionte e vírus2. A Escherichia coli é uma bactéria procarionte. Isto significa que esta bactéria(A) é parasita obrigatório.(B) não apresenta ribossomos(C) não apresenta núcleo organizado.(D) não apresenta DNA como material genético.(E) nunca apresenta parede celular (esquelética).3. Tanto em uma célula eucarionte quanto em uma procarionte podemos encontrar(A) membrana plasmática e retículo endoplasmático(B) ribossomos e aparelho de Golgi(C) mitocôndrias e nucléolo(D) mitocôndrias e centríolos(E) membrana plasmática e ribossomos4. Relacione os exemplos da primeira coluna com o grau de complexidade de sua estrutura celular, definida na segunda coluna.1ª Coluna ( ) Bactéria ( ) Ameba ( ) Alga Azul( ) Levedura ( ) Tênia( ) Vírus2ª Coluna1. Não celular2. Procarionte3. EucarionteAssinale a opção com a seqüência correta.A) 1, 2, 2, 3, 3, 1.B) 2, 1, 1, 3, 2, 1.C) 2, 2, 1, 3, 1, 2.D) 2, 1, 1, 3, 3, 1. E) 2, 3, 2, 3, 3, 1.5. Um cientista encontrou um ser vivo classificado como: MONERA – SCHYZOPHYTA – AUTOTRÓFICO. Ele chegou a tal conclusão por se tratar de um organismo:a) Procarionte, unicelular, de reprodução predominantemente assexuada e capaz de realizar fotossíntese.b) Procarionte, unicelular, de reprodução predominantemente sexuada e que retira a molécula orgânica já digerida do ambiente.c) Procarionte, unicelular, sem parede celular, de respiração anaeróbica facultativa.d) Eucarionte, unicelular, com parede celular, de respiração anaeróbica e quimiossintetizante.e) Eucarionte, unicelular, com parede celular, de reprodução predominantemente assexuada e capaz de realizar fotossíntese.6. (SAPIENS – 2002) “Engenharia Genética em Bactérias”. “A agência de proteção ao meio ambiente dos Estados Unidos está para aprovar um microorganismo geneticamente modificado: uma bactéria enriquecida com dose extra de genes que aumentam sua capacidade de absorção do N2.” (Superinteressante, abril/1995.). Experiências como a do artigo, que aumentam a capacidade de fixação do nitrogênio, são de grande importância para as cadeias alimentares. Sobre a fixação desse gás, são feitas as seguintes afirmações:I. em ecossistemas aquáticos, a fixação do N2 é feita por fungos;II. o cultivo de leguminosas aumenta a fertilidade do solo porque suas raízes são ricas em bactérias de fixação;III. a formação de íons nitrato é feita por bactérias autotróficas.A(s) afirmativas correta(s) é (são):a) apenas II. b) apenas III.c) apenas I e II. d) apenas I e III.e) apenas II e III.7. Faça a associação correta ente os organismos abaixo relacionados e suas respectivas características:(1) Fungos; (2) Protistas; (3) Moneras; (4) Vírus( ) Unicelulares, procariontes, autótrofos ou heterótrofos. São utilizados na produção de vinagre, coalhada, dentre outros.( ) Eucariontes, unicelulares e desprovidos de clorofila. Vivem fixos ou podem deslocar-se por intermédio de cílios, flagelos ou pseudópodos.( ) Uni ou pluricelular, sem pigmento e heterotróficos, utilizados principalmente na produção de bebidas alcoólicas.( ) Destituídos de metabolismo próprio e são inertes fora da célula.a) 2,3,4,1. b) 1,2,3,4.c) 4,3,2,1. d) 3,2,1,4.e) 4,2,3,1.8. A figura abaixo representa o desenho esquemático de uma célula bacteriana. Como todo ser vivo, este também se reproduz e transmite as informações genéticas à sua descendência, através do seu DNA. A alternativa que cita os dois componentes celulares bacterianos que contêm DNA é:
A) nucleóide e mesossomo. B) parede celular e plasmídio. C) plasmídio e nucleóide. D) pêlo sexual e ribossomo. E) membrana plasmática e mesossomo.9. A estrutura celular responsável pela diferença na coloração adquirida (método de Gram), por bactérias gram positivas e gram negativas, é denominada:a) ribossomos;b) parede celular;c) flagelo;d) fímbria;e) esporos.10. Três diferentes grupos de bactérias, A, B e C, tiveram suas paredes e membranas lisadas e recuperadas. A dosagem do peptideoglicano em cada amostra foi a seguinte: Grupo A: > 50%; Grupo B: 0,0 (zero)%;Grupo C: < ou =" 30%.Assinale">50%), a reação Gram é positiva, dando cor roxa. A reação Gram é negativa (incolor) quando o peptideoglicano é delgado (<30%). A dosagem 0 indica um outro organismo.11. (E) mesossomo (1, embaixo); membrana citoplasmática e cromossomo (3, acima).12. (B) 1- espiroquetas; 2- estreptococos; 3- bacilos; 4- vibriões.Vamos lembrar: cocos podem ser nomeados por seus agrupamentos (:colônias): estafilococos (como cachos de uva) e estreptococos (como colares de contas). Os agrupamentos podem ser aos pares (diplococos), em forma de colar (estreptococos) ou de cacho de uva (estafilococos).• cocos: bactérias esféricas, mais ou menos globosas: • bacilos: possuem a forma de bastonetes: • espirilos: assemelham-se a uma espiral ou saca-rolha: • vibrião: é um caso especial de espirilo, assemelhando-se a um segmento da espiral, ou a uma vírgula.13. (B) bactérias, leucócitos e fagocitose.14. (B) V F V. O agente da herpes é um Desoxívirus ou DNAvírus.15. (E) A afirmativa errada é: A mitocôndria, cuja função é realizar a respiração celular é uma organela comum às três células (1, 2 e 3), sendo essencial para a produção de energia. Bactérias são procariontes e não possuem organelas citoplasmáticas com membranas como é o caso das mitocôndrias.16. As cianobactérias ou cianofíceas (algas azuis) são microorganismos aeróbicos fotoautotróficos. Seus processos vitais requerem somente água, dióxido de carbono, substâncias inorgânicas e luz. A fotossíntese é seu principal modo de obtenção de energia para o metabolismo. Entretanto, sua organização celular demonstra que esses microorganismos são procariontes e, portanto, muito semelhantes bioquimicamente e estruturalmente às bactérias e pertencentes ao mesmo domínio. A origem das cianobactérias foi estimada em cerca de 3,5 bilhões de anos pela descoberta de fósseis do que foram certamente esses microorganismos, em rochas sedimentares encontradas no noroeste da Austrália. As cianobactérias estão, portanto, entre os organismos pioneiros na Terra, sendo provavelmente os primeiros produtores primários de matéria orgânica a liberarem oxigênio elementar na atmosfera primitiva.17. (C) os fungos são eucariontes, incluídos portanto no mesmo domínio dos protoctistas, animais e vegetais (Eukarya).18. (B).19. (C). Glicocálix corresponde a coberturas que envolvem a membrana plasmática, originadas a partir do complexo de Golgi. É um revestimento glicoprotéico existente na superfície externa da membrana plasmática das células animais. O termo é freqüentemente utilizado para descrever a região rica em carboidratos na superfície celular. Esses carboidratos ocorrem tanto como cadeias de oligossacarídeos ligados a proteínas da membrana (glicoproteínas) e lipídeos (glicolipídeos), e na forma de proteoglicanas que consistem em longas cadeias de polissacarídeos ligados a um núcleo protéico. Suas principais funções são de proteção, barreira de difusão, enzimática, antigênica – só a porção constante – adesiva, inibição por contato, reconhecimento celular e definição de um ambiente especial, com pH, força iônica e carga elétrica próprios. Uma aplicação prática desta função seria a proteção contra certos tipos de vírus. Mantém um microambiente adequado ao redor de cada célula, pois retém nutrientes e enzimas importantes para a célula.
A parede celular é um envoltório de proteção que reveste a membrana celular bacteriana, localizada abaixo das substâncias extracelulares, como o são as cápsulas, e na periferia de uma membrana delicada que está em contato direto com o citoplasma; é uma estrutura rígida que dá forma à célula. A rigidez da parede celular é facilmente demonstrada, quando se submete a bactéria a condições físicas rigorosas, tais como pressões osmóticas, quer muito baixas quer elevadas, ou temperaturas inferiores à de congelamento seguido de descongelamento rápido, apesar disto conservando a sua forma original.20. (C). Gripe, dengue e AIDS são viroses, bócio é resultante da falta de iodo na alimentação, disenteria amebiana, giardíase e malária têm protoctistas como agentes etiológicos.21. (D). A leptospirose é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira interrogans presente na urina do rato. Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água das chuvas ou lama contaminadas poderá se infectar. A bactéria presente na urina do rato penetra no corpo humano pela pele, principalmente se houver algum arranhão ou ferimento. Na época de seca, o contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios com a presença de roedores oferecem riscos à saúde humana. A infecção causa febre alta, calafrios, dores de cabeça e dores musculares e articulares. É necessário atendimento médico para evitar complicações renais e hepáticas.22. (B).23. (C).


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Seminario de Ciencias Naturales del Instituto de Bachillerato 'Villa de Vallecas' de Madrid



Fontes:http://www.marcobueno.net
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